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  • Há 50 anos atrás a Empresa Mercedes-Benz registrava a patente fundamental o airbag .

Há 50 anos atrás a Empresa Mercedes-Benz registrava a patente fundamental o airbag .

04 Novembro 2021

O airbag é uma das mais importantes inovações da Mercedes-Benz no campo da segurança passiva.

A data de 23 de outubro de 1971 é muito importante nessa história de sucesso: naquele dia, há quase cinquenta anos, a Daimler-Benz AG solicitou o registro de uma patente intitulada "dispositivo de proteção para os ocupantes de um veículo motorizado" (especificação DE 21 52 902 C2). Os engenheiros da marca já vinham trabalhando na bolsa de ar inflável desde 1966.

No final de 1980, os primeiros sedãs Classe S (série modelo 126) foram entregues com a combinação do airbag para o motorista e o tensionador dos cintos de segurança. O sistema de retenção teve sua primeira apresentação pública mundial no Salão Internacional do Automóvel de Amsterdam (IAMS), entre 5 e 15 de fevereiro de 1981. Isto mostra a importância da perseverança e força de execução para o sucesso de inovações no desenvolvimento dos automóveis.

Em 1992, os airbags para o motorista e passageiro na parte da frente do veículo foram introduzidos como equipamentos de série, inicialmente na Classe S, SL e os modelos 400 E e 500 E (série modelo 124). O sistema de segurança foi disponibilizado para todos os outros modelos como opcional. Ao longo das últimas quatro décadas, esse "dispositivo de proteção contra impactos” foi adotado em quase todos os veículos.

No quesito segurança, a Mercedes-Benz tem continuado a desenvolver os airbags, com importantes inovações adicionais como: o airbag lateral (1995), o airbag de janela (1998), o airbag lateral para cabeça e tórax (2001), o airbag de joelhos (2009) e, em 2013, o airbag lateral para tórax/pélvis, o airbag lateral dos bancos e o airbag de cinto, um tirante de cinto de segurança inflável.

No Classe S da série de modelos 221, apresentado em 2005, o gerador de gás inflava os airbags do motorista e do passageiro da frente em dois estágios, dependendo da gravidade do acidente. No atual Classe S, (série modelo 223), os airbags frontais passaram a ser disponibilizados pela primeira vez para os dois assentos traseiros externos.

Quarenta anos após a introdução dos airbags, é a primeira vez que um conceito totalmente novo está sendo aplicado, especialmente adequado às condições da parte traseira do veículo. Um grande número de sistemas de segurança ativos e passivos e inovações, muitos da Mercedes-Benz, contribui para reduzir o número de pessoas envolvida em acidentes nas cidades e nas estradas.

Trinta anos da ideia à sua implementação

O inventor Walter Lindner registrou uma ideia no Escritório Alemão de Patentes em 6 de outubro de 1951, que se referia a um "contêiner inflável dobrado que se infla automaticamente em caso de perigo". Lindner, residente de Munique, chamou sua ideia de "dispositivo para proteger pessoas nos veículos contra ferimentos em caso de colisões". Apesar de similar à descrição do que mais tarde viria a ser o airbag, sete décadas atrás não era possível tecnicamente colocá-la em prática. Havia dificuldades, por exemplo, com o sistema de sensores de acionamento, a geração de pressão para encher o airbag em milésimos de segundo a a resistência à ruptura do tecido.

A Mercedes-Benz assumiu a ideia do airbag em 1966. O Professor Guntram Huber, que foi responsável pela engenharia de segurança da Empresa por algumas décadas, recorda como foram os primeiros passos: "Nós sabíamos que podíamos fazer, mas não tínhamos ideia de quando estaria pronto". Após cerca de 250 testes de impacto, mais de 2.500 testes com trenós e milhares de experiências com componentes individuais, os engenheiros de segurança da Mercedes-Benz conseguiram levar a tecnologia à maturidade da produção em série ao longo dos 15 anos seguintes. A solução para gerar o gás veio na forma de um propelente sólido, como o usado em motores de foguetes. Ele foi acomodado em forma de tablete na almofada anti impacto posicionada no volante, ao lado da bolsa de ar dobrada.

Em caso de acidente, um gerador de gás pirotécnico inflama o propelente e o airbag, feito de poliamida leve e resistente à ruptura com um volume inicial de 60 a 70 litros (airbag do motorista) é inflado em cerca de dez milésimos de segundo. "Ele esvazia novamente praticamente à mesma velocidade", explica o engenheiro mecânico Professor Huber. "Isso é importante, pois de outra forma os ocupantes iriam oscilar para a frente e para trás". Após o acionamento do airbag, há liberação de gás nitrogênio, que é inofensivo. Como o sistema exige o uso de um explosivo, a equipe de engenheiros de desenvolvimento de Huber teve que participar de treinamentos com explosivos, por ordem das autoridades.

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